Todo mundo tem memórias bizarras...AVISO IMPORTANTE: Este blog está protegido pela Lei de Direitos Autorais. A reprodução, no todo ou em parte, do conteúdo aqui postado estará sujeito às penalidades legais. O fundo usado no blog é reprodução de uma tela de Miró - "O Carnaval de Arlequim” (1924-25).
A gente tem isso desde a primeira infância...
Eu tenho todas as memórias bizarras imagináveis.
Entretanto, para tê-las foi necessário a existência de uma porção de pessoinhas que, se não existissem por obra de Deus, eu, por certo, não teria como inventá-las. Aquelas pessoinhas de forma única, acho que todos sabem do que eu falo...
Enfim, se a minha gaveta de memórias está entupida de memórias malucas, devo isso a essas pessoinhas incríveis, esses meus "presentes de Deus", que acredito que vieram a este mundo unicamente para trazer esse colorido exótico à minha existência.
Então, vai meu "abraço de urso" pra Regina, Marco (não é Marcos porque, segundo ele, é um só), Deise, Bel A., Osmane, Rosi, Tarlão e todos os outros que recordarei no momento oportuno.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
OUTRA DE PEIXINHO E CRIANÇA
Quando minha filha estava com uns 4 aninhos, eu a levei até uma cidade do interior de São Paulo, chamada Barra Bonita, onde existe um tipo de iate restaurante, que navega pelo rio enquanto o pessoal almoça. Tem uma feira de artesanto muito bonita e uma barragem onde muitas pessoas podem pescar lambaris. Estávamos olhando o rio pela amurada da barragem quando um pescador fisgou um pequeno lambari que ficou pulando, preso pelo anzol, na calçada onde estávamos Minha filha ficou encantanda, acocorou-se no chão e passava a mão no lambarizinho, falava com ele. De repente, o pequeno lambari parou de pular e ficou alí, mortinho, na calçada. Aqueles olhos escuros, grandes e profundos voltaram-se para mim, uma interrogação se formando naquela boquinha aberta... Sem pensar, falei que o peixinho havia dormido, peguei-a no colo e continuamos a olhar o rio. Mas minha filha não esquecia aquele peixinho. Não se contendo, pediu para colocá-la no chão, foi até o infeliz lambarizinho, cutucou-o com o dedinho e, como o peixinho não esboçava nenhuma reação, colocou as mãos na cintura e disse, ôh mãe, acorda ele, acorda ele...
PLANTANDO PEIXES
A inocência é a coisa mais linda, mais gentil, mais incrivel mesmo, com que a gente se depara. Num almoço em familia, comíamos uma deliciosa cachara em cubos, daquelas que se passa os cubos temperados no queijo ralado e assa-se em churrasqueira.... O peixinho estava ótimo, imperdível, não sobrou para o jantar....
Eu e minha mania de falar "abobrinha", sem pensar muito, quando a cachara acabou falei: acho que vou fazer uma plantação desse peixe, ele é muiiito bom!!!!
Eu e minha mania de falar "abobrinha", sem pensar muito, quando a cachara acabou falei: acho que vou fazer uma plantação desse peixe, ele é muiiito bom!!!!
A Tatá, aquela garotinha muito fofa, do alto de seus cinco aninhos, levantou da mesa e veio até mim, sussurando baixinho: "ôh tia, fala quando a tia for plantar os peixinhos que eu vou pedir dinheiro pro meu pai pra comprar as sementinhas e a gente pode plantar junto. Lá no fundo do quintal tem um "vazão" bem "grandão" então a árvore vai ficar bem grande, vai nascer bastante peixe. E como eu venho todo dia na vó, eu posso ajudar a aguar..."O que é que a gente fala nessas horas?????
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