Todo mundo tem memórias bizarras...
A gente tem isso desde a primeira infância...
Eu tenho todas as memórias bizarras imagináveis.
Entretanto, para tê-las foi necessário a existência de uma porção de pessoinhas que, se não existissem por obra de Deus, eu, por certo, não teria como inventá-las. Aquelas pessoinhas de forma única, acho que todos sabem do que eu falo...
Enfim, se a minha gaveta de memórias está entupida de memórias malucas, devo isso a essas pessoinhas incríveis, esses meus "presentes de Deus", que acredito que vieram a este mundo unicamente para trazer esse colorido exótico à minha existência.
Então, vai meu "abraço de urso" pra Regina, Marco (não é Marcos porque, segundo ele, é um só), Deise, Bel A., Osmane, Rosi, Tarlão e todos os outros que recordarei no momento oportuno.
AVISO IMPORTANTE: Este blog está protegido pela Lei de Direitos Autorais. A reprodução, no todo ou em parte, do conteúdo aqui postado estará sujeito às penalidades legais. O fundo usado no blog é reprodução de uma tela de Miró - "O Carnaval de Arlequim” (1924-25).

domingo, 6 de março de 2011

BILHETE NO CONGELADOR

De vez em quando a criatividade nos obriga a certos comportamentos beeeem bizarros.
Após minha separação, aliás bastante traumática, daquelas que se providencia trancas extras para as portas e cadeados para janelas (mesmo morando no segundo andar do prédio), marquei um encontro com meu ex. Haviam alguns assuntos pendentes que eu não pretendia carregar por mais tempo ainda, queria virar a página o mais rapidamente possível e esquecer aquela união lamentável...
Pois bem, já estava pronta para sair, numa daquelas produções do tipo "uau!!! você está fantástica!!!", quando bateu aquele medaço, aquela sensação inútil: o tal sexto sentido...
E se o individuo fosse para nosso encontro armado? E se resolvesse me enforcar num canavial? E se me enterrasse viva? E se????
Bem, por aí já deu para perceber o quão traumática foi a relação rs rs rs
Apavorada, sem saber o que fazer, tudo que vinha à minha mente era: pense, pense, pense, pense... E aí o estalo, o "eureka!"
Numa folha daquelas de caderno universitário, escrevi que estava indo me encontrar com o "elemento" às tantas horas em tal local, descrevi a roupa que estava usando, datei e assinei. Coloquei a folha no congelador. Apaguei as luzes da casa e já estava trancando a porta quando veio o insigth: aquela droga de folha vai molhar no congelador e nunca, nunca, nunca vão descobrir o que aconteceu com você.
Voltei, peguei a folha, coloquei num saco plástico e devolvi ao congelador.
Naturalmente não me aconteceu nada e retornei aliviada, sã e salva para meu apartamento.
Uns quinze dias depois, a faxineira, com um saco plastico na mão veio e me perguntou: posso jogar essa doidera no lixo ou a senhora quer que deixe no congelador mesmo?
Pois é... Mas ainda acho que prevenir é melhor do que remediar kkkkk

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