Todo mundo tem memórias bizarras...
A gente tem isso desde a primeira infância...
Eu tenho todas as memórias bizarras imagináveis.
Entretanto, para tê-las foi necessário a existência de uma porção de pessoinhas que, se não existissem por obra de Deus, eu, por certo, não teria como inventá-las. Aquelas pessoinhas de forma única, acho que todos sabem do que eu falo...
Enfim, se a minha gaveta de memórias está entupida de memórias malucas, devo isso a essas pessoinhas incríveis, esses meus "presentes de Deus", que acredito que vieram a este mundo unicamente para trazer esse colorido exótico à minha existência.
Então, vai meu "abraço de urso" pra Regina, Marco (não é Marcos porque, segundo ele, é um só), Deise, Bel A., Osmane, Rosi, Tarlão e todos os outros que recordarei no momento oportuno.
AVISO IMPORTANTE: Este blog está protegido pela Lei de Direitos Autorais. A reprodução, no todo ou em parte, do conteúdo aqui postado estará sujeito às penalidades legais. O fundo usado no blog é reprodução de uma tela de Miró - "O Carnaval de Arlequim” (1924-25).

segunda-feira, 21 de março de 2011

BALA MORTAL

Eu e Regina num lindo dia de sol. O clube a duas quadras de casa, com sua piscina olimpica e eternamente azul nos aguardando... E a imcumbência de limpar o guarda-roupas, porque, enquanto eu não terminasse a limpeza, nada de rua... Regina chega para ajudar (porque senão não terá companhia no clube), com um saquinho de naftalinas, que, há mil anos atrás, era o máximo do chiquetê. Hoje roupa cheirando a naftalina é a morte rs rs Pois bem, após ter arrumado tudo, distribuíamos aquelas bolas brancas pelas gavetas, quando meu irmão chegou... Regina passou uma naftalina para ele e disse: sente esse cheiro... O tonto cheirou, cheirou, e enfiou na boca. As gargalhadas chegaram irrefreáveis, a impressão que eu tinha era que morreria de rir. Depois de um bom tempo e uma grande mijada nas calças de tanto rir, consegui avisar que era veneno, mas aí ele já tinha chupado quase a naftalina inteira... Conclusão: nada de rua naquele dia, levei o maior esfrega de minha mãe e ainda tive que ficar de olho no meu irmão para ver se não passava mal...

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